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Carta aos Gálatas · Lição 02 · Mapa mental
Paulo e os Outros Apóstolos
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Lição 2 – Paulo e os Outros Apóstolos
Objetivo Geral
- Destacar o ministério de Paulo em relação aos outros apóstolos
Para Começar
- Capítulo 2 de Gálatas: a unidade do Evangelho
- Mesmo pregado a públicos diferentes (judeus e gentios), o Evangelho é único
- A ida de Paulo a Jerusalém (Gl 2:1) pode ser a referida em At 15:1-2
- Os líderes confirmaram o ministério de Paulo (Gl 2:9)
- Acrescentar obras ou rituais à mensagem de Cristo é invalidar as boas-novas (Gl 2:16)
1. A Aprovação dos Outros Apóstolos
- Paulo e os apóstolos de Jerusalém
- Paulo foi apresentado aos apóstolos por Barnabé (At 9:27)
- Após viagens missionárias: Paulo não se sentiu inferior — um igual, tão apóstolo quanto os que andaram com Jesus (Gl 2:6)
- Em reunião particular (v.2): Paulo se encontrou com os líderes, "colunas" da Igreja-mãe (v.9)
- Tiago, Pedro e João
- Tiago (irmão de Jesus — Gl 1:19), que substituiu o Tiago decapitado por Herodes (At 12:2)
- Nada acrescentaram ao Evangelho revelado a Paulo (v.6)
- Ao saber do Evangelho da incircuncisão confiado a Paulo: estenderam a mão em sinal de comunhão e amizade (vv.7-9)
- Dois chamados distintos, reconhecidos pelos líderes
- Pedro: chamado para pregar aos judeus
- Paulo: chamado para levar o Evangelho aos gentios, incircuncisos pela lei de Moisés
- Os apóstolos reconheceram a operação de Deus por ministérios diversos (1Co 12:5)
- A união dos apóstolos em torno do Evangelho fortaleceu a Igreja
2. Paulo Diante da Igreja
- A influência de Paulo nas igrejas da Galácia
- As igrejas da Judeia não o conheciam pessoalmente — mas glorificavam a Deus por sua vida (Gl 1:22-24)
- Paulo foi expor o conteúdo de sua pregação para se afinar com os líderes de Jerusalém (Gl 2:2)
- As ações dos falsos irmãos (Gl 2:4)
- "Se tinham entremetido e secretamente entraram a espiar a liberdade que temos em Cristo Jesus, para nos porém em servidão"
- Objetivo: subjugar os crentes à observância da Lei de Moisés, ignorando a liberdade da fé em Cristo
- Paulo resistiu imediatamente (v.5)
- O chamado à revisão
- A Epístola constrange a revisar o tipo de Evangelho que praticamos e pregamos
- Não nos submetermos a jugo humano sugerido para "completar a salvação"
3. Paulo Diante de Pedro
- De Jerusalém a Antioquia da Síria (Gl 2:11)
- Jerusalém: centro judaico do Cristianismo
- Antioquia: centro gentílico do Cristianismo (At 11:20,26) e centro missionário (At 13:1-3)
- A hipocrisia de Pedro em Antioquia
- Em Antioquia, Pedro comia com os cristãos gentios — já havia entendido que Deus não faz acepção de pessoas (At 10:28-35)
- Com a chegada de um grupo de Jerusalém usando o nome de Tiago: Pedro se afasta dos cristãos gentios (Gl 2:12)
- Como "apóstolo da circuncisão": não queria ser visto comungando com incircuncisos
- Outros e até Barnabé passaram a um comportamento dissimulado também (v.13)
- A reprimenda pública de Paulo a Pedro
- Sua dissimulação e hipocrisia afetava a Igreja
- A mensagem do Evangelho é inegociável — os que creem são salvos pela fé, sem acepção de pessoas
- O resultado positivo
- Marcos histórico que preservou a verdade do Evangelho
- Tirou o jugo legalista de sobre os cristãos
- Afirmou a universalidade do Evangelho
- Pedro não guardou rancor — conforme 2Pe 3:15
- Princípio para hoje
- Confrontos à atitudes que comprometem a verdade do Evangelho não devem significar cisão na Igreja
- Devem ser oportunidades para consolidação da fé
4. Crucificado Estou, Não Vivo Mais Eu
- O ponto central da carta (Gl 2:20)
- A justificação é só pela fé em Jesus — ninguém se justifica pelas obras
- O crente judeu do AT confiava na substituição pelos sacrifícios, não nos próprios méritos
- Após Jesus: quem crê nEle morreu para a Lei — não vive para o sistema legalista, mas para Deus
- O "velho" Paulo crucificado
- O fariseu orgulhoso e arrogante ficou "na cruz"
- Ao se render a Jesus, passou a viver em Cristo
- Na carne: desafiado diariamente a proceder como Cristo, renunciando-se a si mesmo (Mt 16:24)
- O amor e a entrega de Jesus são convincentes o suficiente para que o intelectual Paulo suporte as provações (2Co 11:23-29)
- O chamado a todos nós
- Somos crucificados espiritual e representativamente em Cristo
- Unidos a Ele: Jesus vive em nosso espírito
- Renunciar o ego e deixar o caráter e a vontade de Cristo prevalecer — um desafio que compensa (Lc 9:24)
- "Renunciar a si mesmo e deixar Jesus reinar como Salvador e Senhor de nossa vida deve ser nossa resposta ao Seu sacrifício por nós"
Conclusão
- Há apenas um Evangelho, independentemente do público-alvo
- A confrontação pode levar à consolidação da fé — para que pratiquemos o verdadeiro Evangelho
- Paulo questionou não a pessoa de Pedro, mas suas atitudes — para que o Evangelho fosse livre das amarras legalistas
- Em Cristo: não há judeu nem gentio (Rm 10:12-13); Deus não faz acepção de pessoas (Rm 2:11)
- Todos os que creem na obra completa de Jesus podem ser salvos e devem crucificar seu "eu"